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30 de maio de 2012

Compacto – Antonio Barros – Homem com H (1980)

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Um compacto de 1980, lançado pelo selo Veleiro, um dos selos da CBS. O apelo ‘Com seu criador’ era uma forma de alavancar a imagem do notório compositor como vocalista também.                                                                                         
Produção de Abdias, no lado A, a regravação do sucesso dos ’3 do Nordeste’, do disco de 1974, “É proibido cochilar”.
Já no lado B, uma letra bem humorada num ritmo meio ‘caribenho’ da música “Burra namoradeira” que curiosamente não consta em seu LP de mesmo ano ‘Canta seus sucessos’. Fonte: Forro em Vinil
Faixas
01 Homem com H (Antonio Barros)
02 Burra namoradeira (Antonio Barros)

Antonio Barros e Cecéu – Uma dupla de sucesso

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Um disco que reúne alguns sucessos antigos e apresenta várias composições até então inéditas. O disco é uma celebração do sucesso que a dupla atingiu através de suas inúmeras composições, todas elas de excelente qualidade e gravadas por todos os grandes nomes da música nordestina.
Direção de produção de Múcio Araújo, produção executiva de Antonio Barros e Cecéu, participação especial de Jorge de Altinho no pout pourri do lado A, que contem as seguintes músicas: “Forró desarmado”, “Forró desarmado” e “Forró n1″.
A maior parte das músicas é cantada pelo Antonio Barros, mas algumas são cantadas pela sua esposa Cecéu, na última faixa eles dois cantam juntos. Fonte: Forro em vinil

Faixas

01 Forró do mexe bole (Antonio Barros – Cecéu)
02 Três mulher pra um homem só (Antonio Barros – Cecéu)
03 Pelo cheiro do tempero (Antonio Barros – Cecéu)
04 Proibido cochilar (Antonio Barros)
Forró desarmado (Cecéu – Lindolfo Barbosa)
Forró n1 (Cecéu)
05 Na lagoa dos patos (Antonio Barros – Cecéu)
06 O sabor da paixão (Antonio Barros – Cecéu)
07 Foguinho iluminador (Antonio Barros – Cecéu)
08 Gente sofrida (Antonio Barros – Dezinho Queiroga)
09Homem com H (Antonio Barros)
Bate coração (Cecéu)
Por debaixo do pano (Cecéu)
10 Raio e trovão (Antonio Barros – Cecéu)

Antonio Barros e Cecéu – Forró poeira e suor (1992)




Faixas
01. Muita Maria e pouco Zé (Antonio Barros / Cecéu)
02. No somzim do fole (Antonio Barros / Cecéu)
03. De baixo do lençol (Antonio Barros / Cecéu)
04.Não lhe solto mais (Cecéu)
Na cama e no chão (Cecéu)
Bulir com tu (Cecéu)
05. Só danço quente (Antonio Barros / Cecéu)
06. A menina do balaio (Antonio Barros / Cecéu)
07. Quero te amar (Antonio Barros / Cecéu)
08. Morena, moreninha (Antonio Barros / Cecéu)
09. Não digo pra ninguém (Cecéu)
10. Amor bandido (Antonio Barros / Cecéu)





Antonio Barros – Canta seus sucessos 2 (1980)




Ótimo disco desse que é um dos maiores compositores de Forró do Brasil.
Faixas
01. Tem que ter suor (Antônio Barros)
02. Menino de colo (Cecéu)
03. Forró desarmado (Cecéu / Lindolfo Barbosa)
04. É forró que vamos ter (Cecéu)
05. É no balanço do mar (Cecéu)
06. Rompeu aurora (Cecéu)
07. Burra namoradeira (Cecéu)
08. Montanha russa (Cecéu)
09. Fachiando (Cecéu)
10. Sou o estopim (Cecéu)
11. Vem amor (Cecéu)
12. Quadrilha do amor (Cecéu)

Zabé da Loca - Bom Todo (2008)





Faixas


01. Queima
02. Limoeiro
03. Pifada da Loca
04. Caboré
05. Santa Catarina
06. Veja como a vida é
07. Xote Arrumadinho
08. Balaio de Onça
09. A Nova
10. Vai Minininho
11. Sala de Reboco
12. Hino Nacional Brasileiro
13. Borborema
14. É o que vier
15. Alvorada
16. Saí de Casa





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4 de maio de 2012

Paraíba perde uma dos grandes nomes das Artes Plásticas




"Seu Batista" trabalhando em escultura no prédio do CUCA-CG


A cultura campinense ficou mais pobre! Faleceu ontem, 03, aos 64 anos de idade o escultor, pintor e mestre da cultura popular José Batista dos Santos Filho, ou simplesmente Seu Batista, como era conhecido pelos amigos. O sepultamento acontecerá hoje, 04, às 12hs, no Cemitério do Monte Santo.

Filho de José Batista dos Santos e Nely Menezes dos Santos, JOSÉ BATISTA DOS SANTOS FILHO nasceu em 11 de setembro de 1947 no então distrito de Santa Luzia/PB, Junco do Seridó. Foi agricultor e até garimpeiro, e em alguns momentos praticava desenho e pintura; começou a desenhar com 6 anos de idade e a pintar com 17 anos.Viveu em Junco do Seridó durante toda sua infância e boa parte da juventude, quando mudou-se definitivamente para Campina Grande/PB.

Mesmo não tendo feito nenhum curso ou estudado em escola de artes, desenvolveu um estilo próprio de pintar e de esculpir. As obras de “Seu Batista” eram impossíveis de enquadrar em uma única escola de arte. Como ele mesmo definiu, em entrevista ao extinto Diário da Borborema, em 09 de janeiro de 1983, tem traços “que pende para o clássico”, para o “ moderno” e o “ surrealismo”.

Por volta de 1980 Seu Batista passou a frequentar o Ateliê Livre de Arte do Museu de Arte Assis Chateaubriand. Nesse ateliê trabalhou boa parte dos anos 80, não só produzindo peças de arte, mas também repassando seus conhecimentos para alguns jovens artistas que então frequentavam o museu.

Chegou a ser reconhecido com um dos artistas plástico mais próspero que atuava na Paraíba durante a década de 1980. Nesse período, fez diversas exposições em várias cidades do estado, com uma ampla cobertura da mídia local.

Para garantir a sobrevivência, Batista, além de artista, exerceu atividade de pedreiro. Nunca deixou de pintar e esculpir, apesar das dificuldades financeiras que foi encontrando ao longo dos anos.

Morou até o fim de sua vida na rua Cícero Jacinto, Catolé, em Campina Grande. E foi infelizmente mais um dos nossos grandes artistas que sofrem com a falta de visibilidade e de apoio por parte do poder público e instituições privadas.

Em processo de conclusão, escultura no prédio do CUCA -CG.

O último grande trabalho de Seu Batista foi a intrigante escultura realizada no prédio do Centro Universitário de Cultura e Arte (CUCA), nas margens do Açude Velho, centro de Campina Grande .


No blog "Pontos Históricos" escrito pelo historiador Herbert Andrade Oliveira, há algumas postagens sobre "Seu Batista" e seu trabalho.

José Batista - fragmentos de uma vida


Batista é mágico - memorial de um grande mas pouco lembrado artista




Nossa história nos leva a Pedreira do Catolé, em 1981


Fonte: LivrePauta.com